Já faz 3 meses.
Desde a ultima vez que arranquei minhas unhas e me cortei.
Já faz 3 meses que eu não me alivio das pressões.
Já faz 3 meses e eu não aguento mais, sem a válvula de escape eu estou instável, não consigo aproveitar nada porque o remorso e as autocriticas não me permitem.
Estou me sacrificando emocionalmente pra não machucar aqueles que amo.
Quanto tempo eu ainda aguento? Estou me sabotando.
(lá se vai meu relacionamento)
sábado, 19 de janeiro de 2013
Nós nos conhecemos?
Eu sei que você não gosta de ser acordado.
sei que você nem sempre come porque está com fome, as vezes porque sabe que precisa.
sei que gosta de comer devagar.
sei que não gosta que te toquem enquanto você come.
sei que odeia que toquem no seu umbigo.
sei que detesta que batam na porta ou falem com você enquanto você esta no banheiro.
sei que detesta que falem da sua vida pessoal, mas você mesmo faz isso.
sei que detesta quando te interrompem no meio de uma historia.
sei que sempre aumenta a historia, e não gosta quando alguém te desmente.
sei que conta algo, se contradiz, tenta consertar, afirma a primeira versão, e se contradiz outra vez.
sei que adora fazer piadas.
sei que faz piadas como fugas.
sei que não se acha mimado, mas fica emburrado se discordam de você.
sei que sempre tem a razão.
sei que se entristece e fica mudo.
sei que detesta que te incomodam quando não dorme.
sei que não é fã de chocolate, mas come, prefere os meio amargos.
sei que gosta de doritos.
sei que gosta de macarrão.
sei que gosta da sua casa, e queria morar lá para sempre.
sei que adora seu pai.
sei que gosta do seus jogos.
sei que se faz de forte as vezes.
sei que tem bom coração.
sei que é inteligente.
sei que é esperto, e como é.
sei que julga todos, e que com seu anseio de ter opinião formada acaba sendo preconceituoso.
sei que você é presunçoso, prepotente e pretensioso.
sei que você é machista.
sei várias outras coisas ao seu respeito, e assim mesmo sei que não te conheço.
E você? O que sabe sobre mim?
Meu nome, acho que nem a data do meu aniversário, mesmo assim ainda me trata como se soubesse tudo ao meu respeito, e sempre me diz " mulheres sempre fazem isso e aquilo e bla bla bla "
Eu sou como todas as mulheres? Você conheceu todas para generalizar?
Então como pode presumir meus passos, meus pensamentos, minhas ações e simplesmente me rotular?
Me ouça, e me entenda. Não me ignore e me julgue porque de gente assim, minha vida já está saturada.
sei que você nem sempre come porque está com fome, as vezes porque sabe que precisa.
sei que gosta de comer devagar.
sei que não gosta que te toquem enquanto você come.
sei que odeia que toquem no seu umbigo.
sei que detesta que batam na porta ou falem com você enquanto você esta no banheiro.
sei que detesta que falem da sua vida pessoal, mas você mesmo faz isso.
sei que detesta quando te interrompem no meio de uma historia.
sei que sempre aumenta a historia, e não gosta quando alguém te desmente.
sei que conta algo, se contradiz, tenta consertar, afirma a primeira versão, e se contradiz outra vez.
sei que adora fazer piadas.
sei que faz piadas como fugas.
sei que não se acha mimado, mas fica emburrado se discordam de você.
sei que sempre tem a razão.
sei que se entristece e fica mudo.
sei que detesta que te incomodam quando não dorme.
sei que não é fã de chocolate, mas come, prefere os meio amargos.
sei que gosta de doritos.
sei que gosta de macarrão.
sei que gosta da sua casa, e queria morar lá para sempre.
sei que adora seu pai.
sei que gosta do seus jogos.
sei que se faz de forte as vezes.
sei que tem bom coração.
sei que é inteligente.
sei que é esperto, e como é.
sei que julga todos, e que com seu anseio de ter opinião formada acaba sendo preconceituoso.
sei que você é presunçoso, prepotente e pretensioso.
sei que você é machista.
sei várias outras coisas ao seu respeito, e assim mesmo sei que não te conheço.
E você? O que sabe sobre mim?
Meu nome, acho que nem a data do meu aniversário, mesmo assim ainda me trata como se soubesse tudo ao meu respeito, e sempre me diz " mulheres sempre fazem isso e aquilo e bla bla bla "
Eu sou como todas as mulheres? Você conheceu todas para generalizar?
Então como pode presumir meus passos, meus pensamentos, minhas ações e simplesmente me rotular?
Me ouça, e me entenda. Não me ignore e me julgue porque de gente assim, minha vida já está saturada.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Frases, soltas.
Quando eu permito que conjecturas abstratas se formem em minha mente, existe a certeza da dor.
Com o tempos elas se instalam e se fundem a verdade, e já não sei se choro por algo real.
Estou triste, triste continuo sorrindo para agradar aqueles que amo.
E agora?
Sinto que não deveria sentir o que estou sentindo. Fez sentido?
Já a algum tempo eu tenho recebido muito apoio para superar minhas crises, mas ainda me sinto estranha com isso tudo, talvez seja só a falta de costume, ou a vergonha de ser fraca.
Estou aprendo a lidar com a ideia de que tenho com quem contar, ainda me apego muito as minhas dores e acho que é horas de deixa-las para trás.
Essa ancora de sofrimento tem travado minha felicidade, mas ainda sim sou obrigada a admitir que eu gosto de sofrer, gosto de me mutilar e me auto flagelar, porque a sensação de vida é incrível.
Tenho que abrir mão de um prazer solitário, para me relacionar melhor.
Ainda não sei se é isso que quero, não posso ter os dois, a menos que eu aprenda a esconder as cicatrizes.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Fire&Ice
Eu deveria ser como você, talvez isso tenha me atraído tanto. Somos como fogo e gelo.
Eu te aqueço e te queimo, enquanto você me apaga e congela.
Será que vamos nos tornar melhores? Ou essa relação vai nos consumir?
Eu te aqueço e te queimo, enquanto você me apaga e congela.
Será que vamos nos tornar melhores? Ou essa relação vai nos consumir?
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Atras da paz
[...] Uma falha e ela escapou, aliviada por poder respirar ela corria em direção a primeira porta, e quanto mais corria mas longo ficava o caminho.
Quando ultrapassou a primeira barreira o frio contra ela se chocou, mas isso em nada interferia, era o frio contra o frio. Tanto ainda havia para descobrir, ela queria dizer tudo, muitos correram para procurar suas resposta, mas ela estava próxima de tudo que buscava, e o frio ia de encontro ao frio, ela esperava passar pelo limite de sua mente, quando outro sentimento a tomou.
A recordação tentava puxa-la, como uma grade mão o passado a arrastava, ela balançava a cabeça tentando não pensar em tudo aquilo, mas na água ela se afogava, debaixo d'água ela se afogava, uma pressão não deixava ela se mover. Parada no seu tempo ela se afogava e seu desespero não era palpável, se alguém visse estava só parada, mas es sua mente ela se afogava, trancada no aquário escuro ela se afogava em silencio ela se afogava.
O desespero vinha sutil, e quando percebeu já estava tomada, abandonara sua fuga em segundos de desatenção, então ela pensava 'eu sei que isso não é real' mas não parecia adiantar, as luzes brilhavam em meio a breu e formavam uma melancólica penumbra onde ela se via refletida na agua, 'isso não é real'. Caos.
As luzes se enfraqueceram, era violento ali, acorrentada em sua própria mente, ela pensava 'isso não é real' 'nao poder ser real, mas a dor é' ' isso é real?' 'desespero real?'
E seus pensamento permaneciam turvos, a água a refletia perfeitamente, tudo tao cheio de sentidos que no fim não significava nada.
Estava lá desperdiçando seu tempo na dor, ela não se importava com se importar demais, dizendo adeus a cada segundo, ela nunca quis voltar, perdida em seu próprio tempo em seu próprio plano, ela repetia a si mesma, tentando não esquecer de quem era, ou quem havia se tornado. Nenhum pensamento era nítido embora a água fosse clara.
Clamando por um sentido, um motivo, ela se perdia no vazio, a cada dia mais vazia de si, mais cheia de caos. Quando sua boca se abria, as palavras nunca eram suas. Perdida em fantasias fantásticas ela desejava correr, tentava voltar a fuga, mas não notou que estava trancada novamente. [...]
Quando ultrapassou a primeira barreira o frio contra ela se chocou, mas isso em nada interferia, era o frio contra o frio. Tanto ainda havia para descobrir, ela queria dizer tudo, muitos correram para procurar suas resposta, mas ela estava próxima de tudo que buscava, e o frio ia de encontro ao frio, ela esperava passar pelo limite de sua mente, quando outro sentimento a tomou.
A recordação tentava puxa-la, como uma grade mão o passado a arrastava, ela balançava a cabeça tentando não pensar em tudo aquilo, mas na água ela se afogava, debaixo d'água ela se afogava, uma pressão não deixava ela se mover. Parada no seu tempo ela se afogava e seu desespero não era palpável, se alguém visse estava só parada, mas es sua mente ela se afogava, trancada no aquário escuro ela se afogava em silencio ela se afogava.
O desespero vinha sutil, e quando percebeu já estava tomada, abandonara sua fuga em segundos de desatenção, então ela pensava 'eu sei que isso não é real' mas não parecia adiantar, as luzes brilhavam em meio a breu e formavam uma melancólica penumbra onde ela se via refletida na agua, 'isso não é real'. Caos.
As luzes se enfraqueceram, era violento ali, acorrentada em sua própria mente, ela pensava 'isso não é real' 'nao poder ser real, mas a dor é' ' isso é real?' 'desespero real?'
E seus pensamento permaneciam turvos, a água a refletia perfeitamente, tudo tao cheio de sentidos que no fim não significava nada.
Estava lá desperdiçando seu tempo na dor, ela não se importava com se importar demais, dizendo adeus a cada segundo, ela nunca quis voltar, perdida em seu próprio tempo em seu próprio plano, ela repetia a si mesma, tentando não esquecer de quem era, ou quem havia se tornado. Nenhum pensamento era nítido embora a água fosse clara.
Clamando por um sentido, um motivo, ela se perdia no vazio, a cada dia mais vazia de si, mais cheia de caos. Quando sua boca se abria, as palavras nunca eram suas. Perdida em fantasias fantásticas ela desejava correr, tentava voltar a fuga, mas não notou que estava trancada novamente. [...]
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Dor sem nome
As vezes sinto um vazio crescente, se preenchendo com uma dor latente
Nunca soube porque, mas sensação vai e vem.
Como um eco agudo de desespero, preso na garganta,
que por tempos pode ser esquecido, mas nunca sanado.
A dor que aprendi a aliviar com feridas,
enquanto me toma no escuro me faz chorar.
Aquele vazio desforme incompreensível,
e que até hoje achei que tomava conta só de mim.
Mas enquanto tentava te entender, e aos poucos você se abria,
eu descobri que talvez estejamos todos sozinhos fugindo no vazio,
mas estamos juntos sentindo a mesma dor.
Nunca soube porque, mas sensação vai e vem.
Como um eco agudo de desespero, preso na garganta,
que por tempos pode ser esquecido, mas nunca sanado.
A dor que aprendi a aliviar com feridas,
enquanto me toma no escuro me faz chorar.
Aquele vazio desforme incompreensível,
e que até hoje achei que tomava conta só de mim.
Mas enquanto tentava te entender, e aos poucos você se abria,
eu descobri que talvez estejamos todos sozinhos fugindo no vazio,
mas estamos juntos sentindo a mesma dor.
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